Nem o hoje não mais te pertence:
podia ao menos ter não raiado mediante tua instância...
custei ouvindo solitudes comigo mesmo, agora vou ajudá-las;
-Lo, me... oh!
Podes compreender o som que toca teus tímpanos e desnuda teu ser?
Tampouco ouses querer...
Queria também compreender os sons e o querer.
Pero jamais ousaria disfarçar um único ser; já temo por mim o bastante por seguir ousando em disfarçar-me de mim mesmo
numa cena escondida-
Oi, tono
ovelhas de coturno vieram com o outono;
quero descansar sobre elas, desafinar para que o amanhã seja apenas uma ressaca moral
de ovelhas (sem problemas) sem clones nem cordas entrelaçadas°
o sol surge preso à sua sina... as palavras nunca me perteceram
tudo queima exceto a tua chama
e nada finalmente existe, quero... olá!
-Bem sabeis, que não existimos.
Quero entender.
-Não precisas, tudo podes suprir.
aham, até o tempo...
-Tens-o todo.
Não gosto dêle.
-É teu, usa-o... como cronômetro, de tuas demarcações...
Nem era... TEMPO TU SENTE??? ALOW??
DO NOT ALLOW
FALOU!
euiaeaheu
...
amanhã tem casório:
quero declarar amor aos meus ideais enquanto questiono se amor seria a palavra apropriada;
para sussurrar no teu ouvido em noites de lua...
incitar paixões no destino do teu olhar e apoderar-me da carne; porquanto crua.
Carne que molha ante o olhar e a chuva, esvai-se e perdura em devaneios, finos manejos e pode ser digerida se assim for para ser hehe...
Entretanto, amo o que findo e findo o que amo
e há de haver reciprocidade
no próximo capítulo ;]

