Dies Irae

quarta-feira, abril 18, 2007

oie,,

Quantas peças pode o destino pregar, se ele sabe que nao existe e além disso martelos pregadeiras e relógios não te questionam?

Posso, com evidências, provar minhas inocentes tragédias:
mas você não me permite; impetulante, recluso de si
tende a esconder perguntas e carrega a de muitos consigo:
muros intransponíveis, palavras indegíriveis... mapas e ruas, vias aéreas; artérias que levam à genialidade obscura... ao menos sempre ao seu tempo, limitado/austerado. pintado em versos intrínsecos em sua singularidade -" gozo e regozijo não?" porquanto reconheces-te conosco

em breve te encontrarás contigo mesmo e o que tenho haver com isso?

Nuvens em suplício, intermediárias, tornam cinza a fulgura barbárie contida nos côncavos através da frequência de seus invólucros e alguns seres se curvam: para o espetáculo da inanimação, felizes... sabem o quanto estão sozinhos.

-"por quanto tempo?" indaga o idiota

Tempo? que tempo? o das nuvens?

Elas estão acelerando e nem pergunto por que.

Tudo o que me importa são os deuses que não quero criar em mim, e a vacina anti-todos*
são 10 bilhões de pessoas antes de mim, nem iria sobrar doença... só as que criam tal qual deuses ah aff...

Em verdade,verdade te digo, que se algo realmente importasse seria como o outono
-e é fato consumado.

Porque o ápice errou o caminho e você deu de cara comigo.

o outono é só uma estação

e o resto?

O resto sinto como se tivesse sido depositado aqui e NÃO POR ENGANO!
Engano é achar que se achou alguma coisa, como se algo tivesse sido perdido...
não é um engano achar portanto, algo dentro de si
algo que não seja resto;

Não basta topar com uma superfície supérflua, sempre soubestes que te enganas.

Basta admitir então? que te enganas??

admissão... inadmíssivel. quem vai te nomear?

-conhecedor da tua ignorância-

E eu o que faço então... vou me misturando com a multidão...?
catalogando os cheiros para uma pesquisa pode ser, com tua licença agora...

sábado, abril 14, 2007

Amor...

Peguei um pouco do seu vinho

mas não tomei nada do nosso amor.