Dies Irae

domingo, abril 16, 2006

Não pode ser..


(exatamente o q eu estou pensando.)
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Nem dormi, não poderia;
todas as luzes se curvavam ante tua beleza e aquilo me fez perder os sentidos.
Fechava os olhos e só via você...

e o vento nos cabelos.. cavalgando agora.. na beira da praia...
como em todos aqueles sonhos
todos nosso dias iguais, diferentes agora
cheios de cor.


Quando dou por mim... estou a vislumbrar devaneios
como isto é possível, sugiro voar;
e você não parece cansada, ainda.
A onda quer alcançar a ponta de nossos pés;
os castelos podem desmoronar.
Mas antes serão habitados por nossas fábulas em êxtase.

e se o sol resolver se por teremos a lua
eu terei você, você a mim todo o universo;
as estrelas como testemunha:
o momentto consumido.

a existência em questão, troca de olhares

Tanta história, tanta bagagem
tanta fragilidade, tanta dúvida...

Mas porquanto repouso em teu prazer, findo, no âmago, o vinho;
que tua radiante taça faz transbordar o ser.
Entôo cantos bêbados sobre amor e paixão;
desacreditado dêstes vem você, linda
e me faz repetir este adjetivo a noite inteira.

Por isso não dormi.




C;