Noto as estrelas, finalmente;
mas elas me notam então e mais uma desaparece...
esmereço diante tal antepóstumo-cataclisma e enrubeço porquanto:
enrugueces-me com tua exuberância... e mórbida!
Creio eu, ser um mero coadjuvante de tua parte sórdida, que me cabe... assim almejo.
Senão execrível inoportuno ao ritmo do seu tic-tac sedento de realejos:
os quais jamais ha de conhecer(,) graças ao instinto materno.
minha mãe também o carrega assim penso eu.
O tic-tac de cada um geralmente encontra-se triste;
é conhecido como "tempo" e todos acham que ele bate regressivamente.
O extinto instinto materno não soa engraçado nas piadas...
Que adentram nossas janelas como travesseiros sob medida:
incluso o dente sob a fronha, a razão deve ser festiva...
Era uma vez uma galinha
e partiu jardim afora no desabrochar de sua vida
pradarias, savanas
sem dívidas maternas...
para com seu ovo abandonado no qual encontrara-se parido.
e ele foi feliz, mesmo tendo pesadelos com a vingança da casca.
Teve galinhos e sua resposta;
para a pergunta que recém surgira frente a resposta.
Sem o absorto e repentino, quase inesperado, surgimento dessa resposta (tudo culpa do frango) jamais a galinha sentiria algo...
Jamais sentiríamos, senão fossem as flores
Mas o que sentem elas?
O que sinto eu, quando me olho nos olhos...


0 Comments:
Postar um comentário
<< Home